4º Passo: 2009 - A doença

Em +/- Jan/09 - perdoem minha mente insana, mas não lembro bem a data - Sou chamada na clinica, e eles me informam que a ressocialização - é um periodo em que o paciente fica internado e vem pra casa passar alguns dias, depois volta, para que a clinica possa avaliar se o adicto se encontra em condições de tocar o barco aqui fora - me informam que a ressocialização dele seria adiada para fev/09, eu surtei, reclamei dizendo que estavámos de mudança - eu havia conseguido uma casa - e que a mudança seria em jan/09, aliás nos finais de semana que ele estaria de ressô - apelido bunitinho pra ressocialização - é claro que não consegu nada, a clinica e informou que eles haviam mudado o esquema de ressô e que a partir de agora os internos teriam apenas o ultimo mês de ressô e não mais dois como antes.

Fev/09, uma semana antes da ressô dele eu surtei novamente, comecei a pensar se ele realmente estaria pronto para sair, e a ficar neurotica de como eu deveria agir em relaçao a ele, o que eu deveria fazer e o que eu não devria fazer, fui orientada a manter minha rotina e a apenas observar, unica coisa sugerida foi encorajá-lo e ir nas reuniões de NA e continuar a frequentar as de Nar-Anon, foi o que eu fiz.

Quando ele voltou da clinica, teve uma pequena sindrome de pânico, tinha medo de sair na rua, de procurar emprego, não conseguia dormir bem a noite por causa do barulho da rua, normal, afinal SP é bem diferente da vida no campo a qual ele viveu 5 meses.

As coisas foram entrando nos eixos, o emprego apareceu, ele estava realmente e totalmente focado na recuperação dele, frequentava as reuniões de NA diariamente - por aqui tem reunião de NA e NAR-ANON todos os dias da semana, só que em bairros diferentes o que facilita - eu e ele háviamos conhecido gente nova, fizemos novos amigos amigos, todos das irmandades que frequentavámos, vivíamos irmanados, e nossa csa vivia cheia de pessoas em recuperação que buscavam uma nova maneira de viver.
Mas algo estava estranho, uma névoa negra ainda roubava a cena de vez enquando e as brigas aconteciam aparentemente sem o menor motivo, a diferença era que agora eu que causava as brigas.
Me sentia extremamente sozinha, meu marido chegava em casa do serviço, tomava banho e ia pra reunião, quando voltava eu já estava dormindo. Sentia-me trocada por NA - eu sei...eu sei... vc deve estar peensando : "a louca não sabe o que quer, quando ocara usa ela surta, quando o cara tá em recuperação ela surta também?" - eu tentava de tudo, aprontava a janta para as 18hs da tarde, e ele saia dizendo que precisava abrir a sala, eu queria viajar no final de semana e ele dizia que não podia porque um companheiro tinha convidado-o para ir na reunião de área, quando ficava em casa sempre um companheiro ligava para partilhar ou algo assim.
E eu surtei, e surtei por meses a fio, pelos mais diversos motivos, e pelas mais diversas justificativas, até o dia que numa discusão ele não revidou as minhas provocações e se trancou no banheiro para não discutir - eu não sei se foi por trauma de banheiro trancado, rs, mas nesse dia eu "colei o platinado", "virei o disco" - eu chorei, gritei, esmurrei a porta, consegui assustar a mim, a ele e a minha filha - e isso foi o que mais me machucou - quando ele abriu a porta viu uma mulher derrotada sentada no chão, abraçada a uma criança, chorando copiosamente e perdindo desculpas a uma criança que não estava entendendo nada - eu prefiro acreditar que ela não estava entendendo, machuca menos - ele me abraçou e perguntou:
- O que está havendo anjo? O que está havendo com você?
Eu admiti que eu não estava conseguindo, que não entendia o que está havendo e que eu sentia que ele tava se recuperando e que eu estava me desrrecuperando, disse pra ele que ele tinha que entender que enquanto ele esteve internado, ouvindo sobre recuperação 24hs por dia, eu só "tinha tempo" para ir uma vez na semana, que enquanto ele ia todos os dias agora eu só conseguia um dia na semana para ir, que hoje ele tinha padrinho, amigos, e prestava serviço e que eu não conseguia sequer manter minha mente e meu corpo saudáveis.
-Eu ainda to cavando Anjo! Ainda to cavando nessa merda de poço! - eu falei
Ele me abraçou, e disse que tudo ficaria bem, que a gente ia arranjar uma solução, que a gente tava junto nessa ódisseia.
Nesse dia eu entendi que eu não tinha desculpas, que a velha muleta que eu usava de que eu não tinha com quem deixar minha filha para ir numa reunião tinha se quebrado, comecei a ir quase todos os dias na reunião do Nar-Anon, as vezes eu levava a nenem comigo, as vezes ele levava ela no NA, quando estava frio ela ficava na casas das avós ou com a tia. Comecei a prestar serviço na irmandade, conheci pessoas novas, salas novas, ouvi partilhas novas, me candidatei para um engargo num grupo, visitava clinicas para fazer divulgação do nar-anon, colava cartazes, ia a todas as temáticas que eu podia, comecei a escrever os passos, arranjei uma madrinha, mudei de madrinha, ajudava a coordenar reuniões, aprendi a fazer o acolhimento ao recém chegado, ligava pra os companheiros do grupo e eles me ligavam.
Abri esse cantinho par me ajudar a entender minha mente louca, engraçado que os primeiros posts foram exatamente sobre isso: Co-Dependente gosta é de miséria, Mantendo a Porta Aberta, Grupos de Ajuda, o que eu encontrei - quem tá seguindo a saga, pode perceber nesse post que eu ainda não tinha percebido que "tinha me ingressado duas vezes" eu nem cito a primeira vez...kkkk coitadinha da Cicie tava doidinha ainda...rs mas tava melhorando, vcs não acham? -  e o post Só por Hoje.

Não sei se alguém vai ler isso, mas lembrar desse me emociona demais, as lagrimas rolam mas é de jeito diferente, eu não me emociono em contar sobre 2008, sobre a internção do meu marido, ou sobre meu casamento, ou sobre a dureza que foi 2008. Mas falar desse ano, 2009, para mim é realmente especial, sei lá, talvez seja porque foi o ano em que eu saí finalmente do poço, ou pelo menos o ano que eu parei de cavar, que eu desisti de buscar pelo meu marido lá dentro...

Chega ao fim um ano com poucas dores.... mas cheio de sofrimento... Quem um dia falou que: "A dor é inevitável mas o sofrimento é opcional", estava coberto de razão, 2009 foi um ano em que todas as vezes que pude optar por não sofrer eu fiz exatamente o contrário!

Costumo dizer que, enquando meu marido cavava o poço dele eu cavava o meu e imaginando poéticamente que uma hora eu o encontraria lá, é,  eu achava que eu e ele tinhamos caído no mesmo poço e que juntos sairímos de lá, que tolinha não é mesmo? Foi preciso ouvi-lo me chamar lá de cima, da boca do meu poço, para perceber que eu ainda tava cheia de lama, foi preciso eu ser salva por quem eu achava que tava salvando!

Próximo post 2010/2011 e alguns fatos que eu nem lembro a data, mas que acontecerem nesse bolo entre 2008 e 2010.

12 comentários:

Gaby disse...

Poxa, te entendo perfeitamente o que voce sentiu nesse episodio... é a nossa doença maldita se manifestando.
Sabe o que eu já cheguei a pensar na minha insanidade Cicie? "Meu Deus, como vai ser se ele se recuperar? ele vai ter uma vida além de mim. Ele não vai precisar mais de mim, para segurar as pontas, ele vai deixar de me amar". No fundo eu gostava de ver ele mal, pra baixo, pq ai eu tinha domínio sobre ele, achava que tinha né. Ver ele bem e recuperado era uma ameaça pra nossa relação.
Olha o quanto eu estava doente e não sabia.
Meu Deus onde estava o meu amor próprio? e o meu amor por ele? To buscando isso, dia a pós dia. E só por hoje!

Beijos no coração

VALEU A PENA disse...

É Cicie, você não é diferente de tantas outras codependendes, somos assim, também temos o nosso fundo do poço não é mesmo?
Tem um seguidor do meu blog e que eu sigo o dele também, o Junior - Adicto em recuperação que sempre diz que todo mundo muda quando chega no fundo do poço, a diferença é que o fundo do poço tem significado diferente para cada um, as vezes é perder um emprego, para outros perder a família e para outros perder tudo, mas, a verdade é que tanto os dependentes quanto os codependentes, só encontram a recuperação após passar por esse estágio...
Rs de fato, eu que acompanho o seu blog indaguei realmente sobre a sua menção de ingressar 2 vezes na irmandade... Agora está mais do que explicado!
Beijos Cicie, é bom saber que eu não era a única surtada na minha codependencia.

··¤(`×[¤Cici¤]×´)¤·· disse...

Nossa Gaby, foi bom vc tocar no assunto, eu nunca pensei assim, mas uma vez ouvinda aprtilha de uma companheira igua a sua, eu percebi que inconscientemente eu vivia criando crises em casa ou sabotando o adicto, exatamente por esse motivo, quando temos um dep quimico com problemas, isso faz com que nos sentimos "necessários" e abrir mão dessa loucura é dificil. Tenho uma história boa sobre isso...que ouvi numa sala outro dia...logo mais posto
E Giu... é cada coisa doida que nossa mente consegue produzir que só muitas 24hs de recuperação para nos ajudar a rir de tudo isso um dia! rs.... Graças a Deus hj consigo rir um pouco!

Poly P. disse...

Ouvir esses relatos é confortador.
Agi igualzinha a você, Cicie, quando meu marido estava envolvido no NA.
Hoje estou em recuperação, mas, se não me vigio, fico a competir até mesmo com o trabalho dele.
A nossa doença nos faz pensar que se não "fizermos alguma coisa", se não "formos úteis", se eles "não necessitarem de nós", se não "precisarem do nosso cuidado", não seremos dignas de ser amadas... Por isso nos vemos assim assustadas e insanas, sem "razão" aparente.
Um beijo, minha querida!

Anônimo disse...

··¤(`×[¤Cici¤]×´)¤··, quase que embarco na sua onda e estava resolvido a escrever sobre o quarto passo do adicto. Já havia iniciado, mas, veio algo dentro de mim e me soprou: qual é cara, vai escrever sua vida publicamente. Pois é, a mulher tem suas vantagens. Você pode falar em sentimentos. Eu não posso porque é visto como sinal de fraqueza. Eu pouco me importo em falar a verdade, desde que, com ela, eu não prejudique ninguém. Já fui censurado diversas vezes coisas que algumas pessoas reprovam. Deletei, fiquei pessimista ontem depois de ouvir palavras que eram de censura sob a forma de comedimento. "Seu texto pode ser considerado como algo pessoal", "você indiretamente expõe pessoas"... Não concordo. Não julguei os argumentos procedentes, mas me contive, de repente ele, meu censor, poderia estar certo e eu errado. Continue escrevendo porque estou aprendendo a compreender a co-dependência. Com seus posts e de suas amigas blogueiras eu vou me situando e vendo o lado que eu não via, minha mente é aberta, tenho boa vontade para ouvir e procuro ser honesto. Agradeço por ler seus posts

··¤(`×[¤Cici¤]×´)¤·· disse...

Oi amigo, decidi abrir meu 4 passo, porque eu já o fiz... como pede o quarto passo, minunciosamente e destemidamente(sem medos), o que eu tive que chorar eu já chorei, o que teve que doer já doeu, fiz também o quinto passo, já o admiti ao meu PS e a outro Ser humano (fiz com eles meu quarto passo na íntegra, totalmente despida), hj eu consigo olha pra dentro da Cicie e não sentir asco, vertigem, vergonha ou dó... Em relação ao anonimato... não estou quebrando nem o meu, nem o anonimato de ninguém, conto apenas minha historia, e por elas passaram várias Veras, Marias, Tainas,Diogos e Cicies... Além do mais.... ninguem ligado a minha vida pessoal sabe desse site, aqui escrevo sobre minha vida e as coisas que aconteceram nela, não falo sobre o que o outro sente ou sentiu, falo apenas o que eu sinto e o que eu ouvi do outro, e portanto sendo minha vida somente eu tenho o poder de quebrar meu proprio anonimato... Acredito que anonimato é levar a mensagem e preservar o mensageiro.
Amigo, as pessoas sempre tem o que falar, mesmo que elas não o tenham, querem sempre falar... Faça o que te faz bem, as coisas tem de ser gostosas, prazeirosas como diz um amigo meu... pois se gostássemos de sofrimento não tinhamos escolhido a mudança!
Fica em paz Amigo....Mesmo porque um "comentário" pode sempre ser deletado, seu blog não é zona publica, é o lugar que carinhosamente vc escolheu para abrir o coração e mostrar a alma

··¤(`×[¤Cici¤]×´)¤·· disse...

Oi Poly, realmente o que vc disse é a pura verdade... Lí num livro uma vez que o co-dependente tem "sindrome de mártir", morre tentando salvar o outro, e mesmo morrendo se pergunta se fez o suficiente... rs... O quarto passo é sim doloroso, mas não mais dificil que os outros, o quinto também foi doloroso, mas os dois juntos foram libertadores, não fizeram meus defeitos e traumas sumirem, mas explicou muitos atos "inconcientes", como por exemplo "ter uma quedinha por homens problemáticos"..rsrsrs... Uma amiga minha diz que se estiver num estádio de futebol assistindo ao clássico palmeirasXsão paulo, e apontar no meio da multidão um rapaz que me agrada ele muito provavelmente será adicto,com familia desestrutura, bipolar ou o juiz kkkkkkkkkk...Mas hj eu sei porque... não me conformei e não me agrado como sou...mas hj eu conheço o inimigo, meu ego deformado... Ainda falta alguns fato que quero dividir... pois pra mim é bom dividir...cada vez que falo dos meu medos, minhas dores ou traumas, eles ficam mais fracos... e menores...
Beijos Amor... vc é pra mim um exemplo de luta, uma guerreira mesmo...mas continue guerreira rsrsrs não vá se tornar martir hein! kkkk

Poly P. disse...

Guerreira sempre, mártir nunca mais!!!
kkkkk Adorei o exemplo do estádio, eu sempre tive o título de "dedo torto" pelas minhas amigas também... hehe
Eu não entendia, mas, hoje entendo o por que de muita coisa. O dedinho tá engessado... kkkkk
Beijos!

Anônimo disse...

Não entendo de codependencia, nem de divorcio, mas, em seu texto você utiliza muito, creio que por 5 vezes, duas palavrinhas : "meu marido". Continuará sendo indefinidamente? Creio que era possessiva e que o seu divorcio foi mais seu do que dele e, no entanto, ele ainda é seu marido. Achei bonito e engraçado. Isso é uma manifestação de codependência? esse ser "seu" ainda vive no seu presente, você não acha que a sua separação não foi algo amadurecido e talvez tenha sido uma decisão (não sei de quem partiu a iniciativa)"doentia", de uma relação "desgastada"... Não sei porque ainda percebo "culpa" apesar de todo seu desprendimento e honestidade. Fico me apegando a filigranas, né? Não sou separado, mas - em função da doença, da relação difícil, chamo a mulher de ex, talvez porque eu a tenha dado como perdida em algum momento da nossa vida conjugal. Sinceramente não sei dizer se o mesmo ocorre com ela, mas sinto que entre eu e ela "um troço qualquer morreu, num corte longo e profundo". Chato, muito triste, indelicado, fútil, desnecessário...mas sincero. Boa noite. Você escreve fantasticamente bem e suas amigas, do mesmo modo. Agora o que é mesmo que me faz querer entender de codependencia? "O que será que será" ? deveria estar focado em mim e, com esse papo de vocês, eu me deixei fisgar. Os grilhões são invisíveis, mas parece que existirá sempre uma corrente invisível a nos prender ao passado.

··¤(`×[¤Cici¤]×´)¤·· disse...

Oi Amigo, na verdade eu não vejo essa como manifestação de co-dep, por que foi intencional, se vc verificar em nos posts do 4º passo de 2008 a 2010, me refiro do meu ex como marido, foi uma decisão usar o termo marido, ou "meu marido", porque conto uma historia do passado e nesses anos ele era ainda meu marido, quando uso a palavra MEU não é uma questão de possessão e sim uma questão de identificação só para identificar de quem era o marido, tipo sujeito do portugues.
Prefiro por usar esses termos pra que quem leia e não me conheça perceba que a jornada de 2008 a 2010, nós optamos por viver juntos e por nos ajudarmos nesse periodo, e dizer " meu ex marido que na epoca era marido" achei muito grande, rs... Em relação a possessão, não eu não me acho uma pessoa possessiva me acho sim uma pessoa co-dep e consequentemente carente, quando falo em alguns trechos que me sentia sozinha e que meu marido vivia ocupado com sua recuperação não é porque eu queria ele só para mim, na verdade eu queria era atenção podia até ser dividida, rs, tanto é que por muito tempo minha casa viveu cheia de companheiros, faziamos churrascos,festas, ou até mesmo só uma pipoca e jogavamos baralho,antes de me empenhar em me encontrar minha felicidade era sempre baseada no quão feliz as pessoas podiam me fazer...entende?
Hj ainda é dificil tenho um periodos q eu por eu não me deixo feliz, por isso ainda me sinto co-dep, mas se antes eu vivia como cachorro pedindo atenção, hj tenho ferramentas para manter minha sanidade.

Anônimo disse...

OI EU SOU BIANCA E SOU UMA ADICTA QUE TIVE UM PROBLEMA COM MINHA FAMILIA EM RELACAO A RESSOCIALIZACAO ELES TBM FICARAM COM ESSE MEDO MAS FOI MTO DIFERENTE DO QUE ELE PENSARAM E EU TBM FOI TUDO MTO NOVO DIFERENTE ENFIM O MEDO ERA TANTO QUE O CONTRATO DE 6 MESES FICOU 8 MESES E 22 DIAS SAI A POUCOS DIAS NO ULTIMO 16 DE OUTUBRO E ESTOU VIVENDO UM DIA DE KD VEZ
OHHHHCOMO UMA ADICTA EM RECUPERACAO HOJE VOU LHE DAR UMA AJUDA EVITE PARA SI MESMA A PRIMEIRA MENTIRA A Adiccao nao tem cura existe uma estabilizacao o qual hj eu a tenho mas se nao me vigiar um deslise ja era ela e traicoeira incuravel e fatal e lembre-se um adicto nao e o sair e usar as drogas de escolha a pior droga e a droga de comportamento que te gera sentimento e vc acaba agindo na impulssividade ou seja o uso de drogas quimicas e so a cereja do bolo abracos se quiser partilhar me encontre no e-mail
biavasconcelos14@yahoo.com.br
peca ajuda para tudo e todos nao apague o passado pois ele necessita ser seu amigo para nao cometer insanidades bjos sucesso bia a doenca nos iguala de adicto para adictos e os co-dependentes mtas das x sofrem mais e precisam de +ajuda do que um adicto se eu puder ajudar estarei aqui

··¤(`×[¤Cici¤]×´)¤·· disse...

Nossa... sugeri esse post pra uma companheira ler hoje, acho que ela nem vai ler...
Pois lí e me emocionei de novo... doeu tanto... não dóis mais... mas me emociona... lembrar das pessoas que me ajudaram....
Ah... que bom que eu continuei andando!

 

··¤(`×[¤Cicie e Ana¤]×´)¤··

"Insanidade é fazer as mesmas coisas, esperando resultados diferentes." Descobrimos que sozinhas não conseguiríamos, mas que com pessoas que buscam as mesmas vitórias, nos sentimos mais fortes,menos solitárias, e mais conectadas com nosso Poder Superior. Um dia de cada vez a gente junta um ano.

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